Diário: ao Sábado

Uma mesa interior, coberta por interpretações de Celorico: tradições, superstições, lendas e outras memórias.

Neste dia não houve mesa na praça. Montámos uma mesa interior, na Casa da Terra, onde o coletivo à mesa fez a performance que pôs fim à sua semana de residência.

Este estar à mesa durou cerca de 30 minutos e encheu a sala com uma interpretação de Celorico de Basto, realizado por quem “não é dali” mas que procurou entender um pouco “o que é ser dali”. Foi uma performance de música experimental cheia de lendas, tradições e superstições. Uma toalha de papel que serve como arquivo e partitura.

Apesar da divisão entre performers e público, continuou a ser uma mesa com, de e para Celorico de Basto.

Andorinha Astuta, Clarinha e outras gentes de Celorico

Após a performance-concerto, recheamos a mesa de caldo verde, vinho e outros petiscos.

A Clarinha, neta de um elemento das Andorinha Astuta, sabia os nosso nomes de cor e deu-nos lembranças e um abraço. Daqui para a frente as lembranças são o próprio abraço.

Falámos com quem por ali passou: falámos da performance, falámos de arte, falámos de Celorico e falámos do que “é ser dali”.

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